segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Mobilidade na Cidade "Deficientes"

Entrevista à Sandra "Invisual"

No âmbito da mobilidade na cidade, optamos “Turma EFA/2009”, por fazer uma entrevista a uma aluna invisual desta mesma escola, Sandra.
Após alguns contactos, dia 8 de Fevereiro de 2010, pelas 19:00 na Biblioteca começamos a nossa entrevista.
Foram colocadas algumas questões à entrevistada no âmbito da Mobilidade na cidade, algumas das quais;

-Já nasceu invisual?
-Como é que foi a sua adaptação à comunidade após a sua cegueira?
-O seu ambiente de trabalho é-lhe favorável? Tem acessos necessários? Ou tiveram que os criar após a sua admissão?
-Se tivesse oportunidade, ou poder, o que mudaria, por exemplo aqui em Oliveira de Azeméis?

Respondeu;

-Não nasci invisual e não foi nenhum acidente, é doença, retinopatia pigmentaria e estou cega desde 2000.
-Foi muito difícil, claro, tive que aprender tudo de novo, a minha mobilidade, o meu dia-a-dia, a leitura, a escrita, que é diferente é Braille.
-Não, eu é que tive de me adaptar ao espaço, ao material, o telefone é normal só tem um pontinho, tive que decorar onde estavam as teclas, eu tenho a minha máquina de Braille quando necessito de fazer algum apontamento utilizo-a. O edifício da Câmara tem elevador o que facilita a mobilidade. Tenho computador com sintonizador de voz mas em casa.
-Os passeios deveriam ser mais largos, a sinalização deveria ser sonora, entre outras coisas...


Se fosse feito um levantamento às barreiras arquitectónicas existentes por exemplo, na cidade de Oliveira de Azeméis, os resultados não seriam nada animadores, mas infelizmente não seria só nesta cidade.
Circular nas ruas, em cadeira de rodas exige um esforço ou ajuda de terceiros.
Um invisual, tem dificuldades acrescidas de movimentação, em espaços e serviços públicos como Escolas, Tribunais, Câmara Municipal, Museus e Instituições Bancárias.
A falta de sinais sonoros nas passadeiras e nos semáforos, um pavimento de textura diferenciada para cegos “pontos de referência” constitui um grave problema para a sua mobilidade.
Após ter tomado algum conhecimento “pontos de referência” na sua mobilidade não devemos desordenar os objectos.

De um dia para o outro, qualquer um de nós pode ver a sua mobilidade condicionada.
Temos que tomar consciência de algumas pequenas coisas que fazem toda a diferença.

“Obrigada Sandra por nos teres elucidado um pouco para esta questão que “ignoramos” ou simplesmente estamos adormecidos”.


Formandos:
Carla
Cláudia
Fernanda
Paulo Granja
Paulo Pinho



Visita à Reserva Natural, "Dunas S. Jacinto" - (30/02/2010)

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Visita às dunas de S. Jacinto (30-01-2010)

Migrações

Deslocação de pessoas ou grupos que, abandonando os seus lugares de origem, procuram instalar-se noutra região ou país.
Emigração versus Imigração: O mesmo indivíduo é ao mesmo tempo Emigrantes em relação ao local de saída e Imigrante em relação ao local de chegada.
Os Humanos emigram na esperança de melhores condições de vida.
A emigração é um acto, um fenómeno espontâneo de deixar o local de residência para se estabelecer numa outra região ou nação. O Emigrante é aquele que sai de um país com ânimo permanente ou temporário e com a intenção de buscar trabalho e/ou residência em outro país.
As Migrações dos Animais Uma migração ocorre quando uma população de seres vivos se move de um biótopo para outro, normalmente em busca de melhores condições de vida, seja em termos de alimentação, de temperatura, ou para fugirem a inimigos que se instalam no seu biótopo.
As migrações podem ser temporárias, quando a população regressa ao seu biótopo de origem, ou permanentes, quando a população se instala indefinidamente no novo biótopo.
Em alguns casos, movem-se por falta de comida, geralmente causada pelo inverno. Pássaros migram sempre de lugares frios para quentes.

Fotos,Power Point Lisboa, (16-01-2010)

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Capital do nosso Império - Lisboa

EFA- visita a Capital do Império
(diário da nossa viagem)
No dia 16 de Janeiro de 2010, a nossa turma - EFA-NS continuação e respectivos Formadores - fez uma visita de estudo a Lisboa, no âmbito das Áreas de Competência de Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC) e Cultura Língua e Comunicação (CLC), núcleo gerador de Urbanismo e Mobilidade.
Partimos às 6:30h e chegámos às 23:00h, tendo ao longo do dia sido utilizados vários meios de transporte: Carro particular, Táxi, Alfa Pendular, Eléctrico, Autocarro, Metro e, claro, andámos muito, muito a pé…
Visitámos as Estações de Aveiro, de onde partimos, e de Santa Apolónia, onde chegámos. Seguimos logo para a Praça do Comércio e daí para o Mosteiro dos Jerónimos, um grandioso monumento de estilo Manuelino, de muita beleza….
Depois de um breve e soft almoço, seguido de um café e um pastel na famosa Casa dos Pastéis de Belém, dirigimo-nos ao Centro Cultural de Belém para ver a Exposição “Amália Coração Independente”. O CCB é um edifício moderno, com instalações amplas e de fácil acesso….
Seguidamente deslocámo-nos para a Torre de Belém, de onde se tem uma vista magnífica sobre a outra margem do Tejo. Ao longe, avistámos o Padrão dos Descobrimentos e o Cristo Rei.
Viajámos de autocarro entre a Praça do Império e a Praça do Saldanha, onde entrámos no Metro para ir até à Gare do Oriente.
Até à hora de entrar no comboio para a viagem de regresso, cada um de nós teve tempo livre para passear e jantar.
Às 20:09h apanhámos o Alfa Pendular com destino a Aveiro, onde chegámos por volta das 22:15h.
Apesar de um pouco cansativo, este foi um dia cheio de novas experiências e de muitas aprendizagens.
Este evento teve a participação de:

Formandos: Ana Oliveira
Carla Pinto
Cláudia Costa
Fernanda Carvalho
Paulo Granja
Paulo Pinho

Formadores: Ernestina Silva
Graça Castro
José Rosa
Sandra Andrade

(formandos e Formadores do Curso EFA, NS - Continuação)

Visita ao Museu da Chapelaria (19.Dez.09)

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